sexta-feira, 10 de junho de 2016

ORIGAMI: Consoante J, K e L




Reflexões sobre Filosofia da Arte


Heidegger separa os momentos do objeto. Evidencia o objeto de modo tradicional, ou seja, sua forma e matéria que não permite o objeto afastar-se do que é, mas, também permite ao artista simular uma essência para o objeto.
O objeto de modo tradicional é resposta de si, mas o mesmo objeto quando tem como resposta a essência do artista assume outra proposta de realidade.
O artista estampa uma essência que responda a existência do objeto para-si, nos deparamos com Aristóteles e sua ideia de arte enquanto fruto da experiência do artista.
Há necessidade no artista de uma carga emblemática ou simbólica que possa contrariar a realidade tradicional do objeto. O objeto tem sentido peculiar, mas também pode responder o conhecimento do artista, o que cria uma nova proposta de conhecimento que manifeste o objeto.
A ideia de Platão de que arte não resulta em conhecimento seria um princípio muito limitado, mas que ao ser reavaliado por Aristóteles assumiu um novo rumo vestido da ideia de experiência. Portanto, Heidegger aproxima-se da ideia de experiência de Aristóteles no momento de significar o objeto artístico e aproxima-se, também conceito de Platão quando afirma que o objeto pode existir na forma inconsciente do próprio objeto.

ORIGAMI: Consoante B, C e D